Crise do sete anos?

Atualizado: Jan 3


Não mais!! Agora ela vem antes, aos três!!!!


Como pode um casal continuar evoluindo, diante dos desafios do viver a dois?


Pesquisas relatam que a crise dos sete anos está caindo para os três anos de convívio. A crise inicial de adaptação do casal que passa a conviver, seja ele casado ou não, é esperada. Adaptar-se aos ritmos, costumes e preferências do outro exige esforço, tempo e disposição. Toda a negociação que é exigida neste período é uma arte que a maioria dos casais desconhece, e saber que é necessário negociar não significa saber negociar.


Ao conviver intimamente, as defesas do casal são colocadas em alerta.


Lidar com a intimidade que o viver junto propõe ameça o eu individual.


Cada um pode acionar suas defesas e colocar-se reativo ao outro, e ao invés de cooperar para lidar com as diferenças que o casamento evidencia, passa a lutar para eliminá-las. Um luta contra o outro para anular as diferenças que não aceita. A competição está lançada.


A cooperação e a inclusão do outro serão um desafio a ser enfrentado por todos os casais. Aquele que foi escolhido por ser quem ele era passa a ser alvo de tentativas e manobras para tornar-se diferente. E assim, o que era antes um sonho de convivência perfeita, passa a ser uma fonte de novos problemas e decepções. Necessárias, porém doídas! Aprender a conviver e a aceitar as diferenças do outro e aceitá-lo como ele é, será o maior desafio dos primeiros anos de convivência do casal.


Rosana Ferrari

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